Computação na Educação Básica no Brasil: o Estado da Arte

Computação na Educação Básica no Brasil: o Estado da Arte. RITA 23(2): 210-238 (2016) Adriana Bordini, Christiano Martino Otero Avila, Yuri Weisshahn, Mônica Marques da Cunha, Simone André da Costa Cavalheiro, Luciana Foss, Marilton Sanchotene Aguiar, Renata Hax Sander Reiser

Este artigo apresenta um levantamento de projetos na área do Pensamento Computacional, com foco no ensino fundamental e médio, que tiveram resultados publicados nos principais veículos de Informática na Educação no Brasil. Neste estudo foi identificado que diferentes estratégias têm sido adotadas para a introdução da Computação na Educação Básica, destacando-se: Algoritmos e Programação, Robótica, Jogos, Computação Desplugada, entre outras. Cada uma das estratégias foi descrita considerando os seguintes aspectos: os conceitos da ciência da computação que têm sido abordados, as ferramentas utilizadas, a forma com que a estratégia tem abordado a interdisciplinaridade, a colaboração e/ou a comunicação. Ademais, uma descrição estatística dos trabalhos é realizada, destacando as instituições envolvidas nos projetos, o público alvo, as abordagens e ferramentas utilizadas. O objetivo deste relato é fornecer uma visão geral do que já foi alcançado na área no Brasil.

Entendendo o pensamento computacional

O objetivo deste artigo é esclarecer o significado de Pensamento Computacional. Diferencia-se o raciocínio lógico do computacional e discute-se a importância do Pensamento Computacional na resolução de problemas. Os três pilares do Pensamento Computacional – Abstração, Automação e Análise – são delineados, destacando-se o papel de cada um deles no desenvolvimento das habilidades necessárias para o processo de solução de problemas.

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